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6a Edição - Vagas Limitadas!

6a Edição - Vagas Limitadas!
6a Edição - 13 e 14 de junho, em Brasília - Vagas Limitadas!

16 de abril de 2015

7 Coisas que aprendi, com Cláudio Portella

7 coisas que aprendi é uma iniciativa conjunta dos blogs Escriba Encapuzado e Vida de Escritor, onde T. K. Pereira e eu, Alexandre Lobão, convidamos escritores e profissionais do mercado editorial para compartilharem suas experiências com os colegas de profissão, destacando sete coisas que aprenderam até hoje.
A série

Inspirada em uma coluna “7 Things I’ve Learned So Far” da revista americana Writer’s Digest, esta iniciativa surgiu para "saciar os sedentos pelas misteriosas águas da criação literária", segundo o amigo T. K. Pereira, autor da ideia. No decorrer de pouco mais dois anos, o projeto acumulou muitas dezenas de contribuições de escritores - um acervo notável, sem dúvida, enriquecido não só pela sabedoria de profissionais publicados, mas também pela perspicácia de aspirantes desconhecidos.

Esta semana temos a original contribuição do escritor, poeta, crítico literário e jornalista Cláudio Portella que, inclusive, exerceu sua liberdade artística de não se limitar a 7 coisas - ou mesmo numerar suas contribuições!  :)
 
Com vocês, as reflexões de um escritor, por Cláudio Portella:

Um país sem escritores é pobre. Um país onde todos se julgam escritores é mais pobre ainda.

Sou escritor, não animador de Bienal.

Todo poeta é escritor, mas nem todo escritor é poeta.

Prefiro um leitor inteligente à mil superficiais.

Um repórter veio à minha casa, queria conhecer meu ambiente de trabalho. Levei-o à cozinha e mostrei-lhe a cafeteira.

2 de abril de 2015

A angústia da alma criativa e os eventos para escritores


A
s almas criativas, seja qual for a forma que escolheram para extravasar esta criatividade, têm necessidades únicas.
Quem, entre escritores, pintores, atores, cineastas ou militantes de outras artes, não acordou com aquela ansiedade indefinida? Quem já não passou alguns dias angustiado, com algo preso no peito, sem saber bem o que é nem como tirar?
Costumo chamar isso de "angústia de criação", que basicamente é a incômoda sensação de, bem, não estar criando.
Quando se tem um espírito criativo, a repetição diária de café-da-manhã-trânsito-trabalho-almoço-trânsito-janta-jornal-novela-cama é uma morte em vida, e o pior de tudo é que muitas vezes, concentrados em conseguir o pão de cada dia, acabamos nem nos dando conta de que o que nos falta não é dinheiro, mas vida. Vida criativa.
Então, se você não é artista mas já se sentiu assim, quem sabe até chegou a consultar um médico ou psicólogo, mas ainda não descobriu a fonte de sua angústia, comece a considerar a possibilidade de você ser um artista (por enquanto...) frustrado!
E se você já sabe que é artista... Então, comece a exercitar sua criatividade!
"Escrever é uma vida de cão. Mas é a única vida que vale a pena viver"
Gustave Flaubert, expoente do Realismo na literatura francesa
Além da óbvia solução de escrever (no caso dos escritores) para exercitar a criatividade, uma opção interessante entre livros ou antes do primeiro é participar de encontros de escritores ou de clubes de leitura.
Sobre os clubes de leitura, leia este post e descubra como você pode criar o seu, caso não conheça nenhum.
Quanto aos encontros de escritores, há diversas opções. Vou sugerir algumas, e espero ouvir comentários de vocês com outras:
  • Procure associações de escritores em sua cidade. Pode ser uma associação nacional, como a Associação Nacional dos Escritores (ANE), a União Brasileira de Escritores UNE, que têm representações em diversas cidades, ou associações locais.  Quase toda cidade tem uma associação, na dúvida procure a câmara municipal de cultura ou o órgão de governo equivalente, que usualmente eles têm cadastros ou contatos destas associações.
  • Crie sua associação.  Há diversos grupos de autores com mais ou menos história, e todos com muito a acrescentar nas vidas de seus participantes.  Eu mesmo participo do Instituto Casa de Autores, um grupo  que começou com modestas reuniões e hoje é um instituto oficialmente reconhecido, organizador de feiras literárias como a Flipiri e outros eventos.
  • Participe de eventos para leitores. Frequente Bienais, feiras de livros, feiras literárias, lançamentos de livros e outros eventos do tipo. Mas não vá (apenas) como leitor: observe os escritores, assista suas palestras, troque ideias, aprenda, se inscreva para falar. Não tenha receio de sua falta de experiência, se for o caso: Todo escritor que se preza adora conversar, e não vai ficar te julgando para saber se você tem dezenas de livros publicados, ou nenhum.
  • Participe de eventos para escritores. No Brasil ainda temos poucos eventos para escritores, mas aos poucos algumas alternativas começam a aparecer. Nesta linha, uma boa (e gratuita...) opção é o evento promovido pela agência literária de James McSill, nos dias 22 e 23 de maio, em São Paulo. Vários escritores (inclusive eu) estarão apresentando palestras sobre técnicas de escrita e mercado editorial, além de a agência estar aberta para receber propostas de interessados em serem representados.  Veja detalhes no site do evento: http://Congresso2015.McSill.com - e se você for aproveite para conversar comigo ao vivo, basta deixar um comentário neste post para combinarmos.
  • Participe de oficinas de profissionalização para escritores. Enquanto o foco nos eventos para escritores é o networking, nas oficinas o objetivo é o estudo de técnicas que podem ajudar a melhorar a qualidade de seu trabalho. Assim como um pintor precisa estudar perspectiva, luz e sombra, figura humana e outros detalhes para aprimorar sua arte, o escritor precisa saber como criar uma premissa para sua história e validar se ela "merece um livro", precisa saber como definir bons personagens, como estruturar sua trama para tornar a obra mais fluida, como burilar seu trabalho de forma a prender o leitor desde as primeiras páginas.  Nesta linha, o Workshop de Escrita de Ficção, promovido pelo Vida de Escritor, tem sido um sucesso e, devido a grande demanda por vagas na última edição, vamos realizar mais uma edição nos dias 13 e 14 de junho.  Veja mais detalhes no site do evento: http://www.AlexandreLobao.com/Workshop

E você, alguma boa ideia de como exercitar a criatividade entre escritores? Comente e compartilhe suas ideias!

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19 de março de 2015

7 Coisas que Aprendi, com Tarciso Filgueiras e Danielle Ronald de Carvalho

A série 7 coisas que aprendi é o uma iniciativa conjunta dos blogs Escriba Encapuzado e Vida de Escritor, onde T. K. Pereira e eu, Alexandre Lobão, convidamos escritores e profissionais do mercado editorial para compartilharem suas experiências com os colegas de profissão, destacando sete coisas que aprenderam até hoje.

Inspirada em uma coluna “7 Things I’ve Learned So Far” da revista americana Writer’s Digest, esta iniciativa surgiu para "saciar os sedentos pelas misteriosas águas da criação literária", segundo o amigo T. K. Pereira, autor da ideia. No decorrer de pouco mais dois anos, o projeto acumulou muitas dezenas de contribuições de escritores - um acervo notável, sem dúvida, enriquecido não só pela sabedoria de profissionais publicados, mas também pela perspicácia de aspirantes desconhecidos.

Esta semana temos duas novas publicações da série:

No Escriba Encapuzado temos a participação de Danielle Ronald de Carvalho‏, poeta com uma veia simbolista e existencialista e que está escrevendo o seu primeiro livro. Danielle Estuda Biomedicina na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), além de trabalhar como designer e modelo. Blog Oficial: Poética Existencial

Aqui no Vida de Escritor, apresentamos as 7 coisas de Tarciso Filgueiras, escritor que tem aquele raro talento de fazer o leitor se interessar pelos personagens, independente da situação que estejam vivendo. São dicas sintéticas, mas altamente valiosas, para ler com cuidado e meditar!
  1. Respeite o leitor. Ele raciocina e tem acesso a uma gama de informações ao toque de uma tecla.
  2. Escreva sobre coisas que lhe interessam. Somente assim o que você escreve soará verdadeiro.
  3. Estude a língua portuguesa, ela é seu instrumento de trabalho, portanto acerque-se de gramáticas e dicionários. Se você conhecer bem a norma culta, você poderá ajustá-la a seus objetivos, pisando em solo firme.
  4. Sinta o que escreve. Ou seja, não escreva da boca pra fora. O leitor atento percebe a diferença.
  5. Depois do texto "pronto", deixe-o maturar por um tempo razoável.
  6. RReveja seu texto.
  7. Reveja seu texto.
Sobre o autor:
Tarciso Filgueiras é pesquisador em botânica e professor. Autor de "Botânica para quem gosta de plantas", Ed. Livro Pronto, 2a. ed. (divulgação científica); "Ensaio sobre Jesus: Revelando o homem", Ed. Livro Pronto, 2a. ed., (abordagem científica sobre o Jesus histórico, sem afiliação religiosa sectária); "Tempo de Tarumã", Ed. Outrasletras (romance), e  "O roseiral de Henriqueta", Ed. Outrasletras (contos).

Gostou? Quer aprender mais com a experiência de outros 58 escritores? Baixe agora o eBook gratuito da série 7 coisas que aprendi



E você, o que está esperando para compartilhar experiência? Participe desta série no  Vida de Escritor ou no Escriba Encapuzado!

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3 de março de 2015

5 x 7 Coisas que Aprendi! Com Patrícia Castellani, Chris Ritchie, Luís Giffoni, Lucas Barroso e Noemi Jaffe

7 Coisas que aprendiEm uma iniciativa conjunta* entre os blogs Escriba Encapuzado e Vida de Escritor, T.K. Pereira e Alexandre Lobão convidam escritores e outros profissionais do mercado livreiro e literário para compartilharem suas experiências com os colegas de profissão, destacando sete coisas que aprenderam até hoje. 

Então, você já sabe: Não interessa se você é iniciante ou veterano, se escreve poesias, contos, romances ou biografias, envie sua contribuição para esta série de artigos!

Esta semana vou anunciar CINCO novas participações para a série, publicadas no Escriba Encapuzado durante minhas férias para conclusão do TCC:

  • Patrícia Castellani é jornalista, fotógrafa profissional, compositora, produtora fonográfica e assessora de marketing e comunicação visual.

  • Chris Ritchie é escritora, professora, revisora, tradutora e intérprete, fundadora d a Ritchie&CO. – Comunicação em Inglês e Português.

  • Luís Giffoni reside em Belo Horizonte. Tem 21 livros publicados, que ganharam estudos, traduções e adaptações nos Estados Unidos, Inglaterra, México, Argentina, Portugal, Alemanha e Brasil. Atualmente escreve crônicas regulares para a Revista Veja BH.


  • Noemi Jaffe é escritora, professora de literatura e crítica literária e colabora com os jornais Folha de S. Paulo e Valor Econômico.

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* Projeto inspirado pela coluna “7 Things I’ve Learned So Far”, da revista Writer’s Digest.

Veja a opinião de outros autores no  Vida de Escritor e no Escriba Encapuzado.

Neste próximo fim de semana estou apresentando a quinta edição do Workshop de Escrita de Ficção - Fiquem ligados, pois volto semana que vem com novidades! 

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