30 de março de 2020

O Bloqueio do escritor e a falta de confiança

Q
Quem nunca sofreu de bloqueio de escritor?

Uma das mais comuns formas de bloqueio é a falta de confiança: achar que "não consegue", medo de que o que escreverá não vai ser bom o suficiente, não saber nem por onde começar, ou como continuar.
Também já passei por isso, e a sensação é terrível: você quer escrever, sente que precisa fazer isso para colocar para fora a angústia que traz no coração, mas simplesmente se sente paralisado.  Lembrei agora de uma frase de Gustave Flaubert, escritor francês autor do famoso "Madame Bovary": 

"Escrever é uma vida de cão, mas é a única vida que vale a pena ser vivida"


Se você tem esta necessidade presa no peito, não tenha dúvida: você é um(a) escritor(a), mesmo que nunca tenha escrito nada.

E se você é um escritor, só há uma forma de resolver esta questão: escrevendo.
 
Para combater a falta de confiança, há algumas técnicas que podem lhe ajudar, mas hoje vamos nos ater a três: o "aquecimento mental", a corrida de velocidade para vencer o "gorila crítico" e o planejamento.

O aquecimento mental é uma técnica bem simples, e pode ser utilizada toda vez que você for começar a escrever. Para "aquecer" e ativar seu modo criativo:
  1. Sente à frente de seu instrumento de escrita (computador, papel e caneta, celular, máquina de escrever...);
  2. Coloque um relógio para despertar em 5 minutos;
  3. Escreva! Escreva sem pensar, sem parar, até que o alarme toque. Se você não souber o que escrever, comece escrevendo "Não sei o que escrever, nada me vem à mente..." e coisas do gênero. Não importa se está escrito certo ou errado, não precisa ter coerência, as ideias não precisam estar conectadas, não é sobre seu livro, nem uma história: apenas escreva. 
Após este exercício (cujo tempo pode sem ampliado, caso você queira), você vai sentir que seu cérebro está já "aquecido mentalmente", pronto para escrever. É hora, então, de começar a corrida de velocidade!

Todos nós temos um "macaquinho crítico" mental que fica empoleirado em nosso ombro, olhando o que escrevemos e dizendo: "Isto não está bom". Muitos de nós (eu, por exemplo) temos um "gorila crítico", muito mais pesado, muito mais crítico.  Se deixarmos nosso símio particular tomar as rédeas de nossa vontade, não vamos escrever nunca.

É aí que entra a corrida de velocidade. Esta técnica é ainda mais simples: Sabendo onde você está em sua história, ou onde quer começar, simplesmente escreva. Escreva sem pensar se está bom ou não, continue a história mesmo que por caminhos que você não esperava. Deixe que os personagens interajam, que as situações aconteçam.

"Mas" - você deve estar pensando - "e se não ficar bom? E se a história não der em lugar nenhum?".
Ora, primeiro, que há muitas técnicas que o ajudam a definir personagens e a estrutura da trama, como já falei anteriormente e falo em detalhes n'A Bíblia do Escritor. Preparando uma base sólida para construir sua história e definindo os rumos principais, o risco de "não dar em nada" é praticamente nulo. O planejamento é essencial para evitar estes bloqueios, então, podem ter certeza de que voltarei a falar dele em futuros posts!

Mas, para este momento, o que você precisa saber realmente é que TUDO o que você escrever vai precisar ser revisado depois. É impossível escrever perfeitamente "de primeira". Trechos serão inevitavelmente melhorados, substituídos por outros ou mesmo cortados.
Se é assim, e realmente é, então não há motivos para perder tempo deixando seu gorila criticar tudo o que você escreve.
Coloque-o para dormir, e acorde-o na hora de revisar seu texto. Saber que ele continua ali, pronto para melhorar seu texto ao final, quando você tiver uma primeira versão e conhecer melhot sua história, é tudo o que você precisa saber para escrever tranquilo, rapidamente.

Há também muitas técnicas para o ajudar a vencer a procrastinação, mas vamos deixar isso para uma futura oportunidade!
Até lá, fique à vontade para perguntar sobre qualquer ponto que não ficou claro, ou completar com suas dicas para outros escritores!

Saiba mais em meu vídeo sobre este assunto no YouTube


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6 de março de 2020

A Bíblia do Roteiro de Quadrinhos

Amigos!

Na próxima sexta, dia 13 de março às 19h00, estarei na Gibiteca de Curitiba lançando a primeira edição de A Bíblia do Roteiro de Quadrinhos, obra escrita a seis mãos junto com os roteiristas Gian Danton e Leonardo Santana.

No dia seguinte, 14 de março, estarei na Itiban Comic Shop para uma tarde de autógrafos e bate-papo com os leitores. 

A terceira edição de A Bíblia do Escritor também está saindo do forno, revista e melhorada, e se ficar pronta a tempo vou fazer o lançamento em conjunto nestes dias.
E para aqueles que estão sentindo falta das postagem aqui, uma grande novidade: a partir da semana que vem estarei iniciando uma nova série de artigos semanas, acompanhados por vídeos em meu canal do YouTube, onde eu aprofundarei mais cada tema apresentado. Fiquem de olho!

Vale dizer que A Bíblia do Roteiro de Quadrinhos está com uma oferta de 30% de desconto em pré-venda, até o dia 12, então aproveitem para economizar.

Seguem os convites!

https://escritoreasileiros.commercesuite.com.br/a-biblia-do-roteiro-de-quadrinhos


18 de outubro de 2019

“Sou uma fraude!” - Como lidar com a Síndrome de Impostor?

H
oje trazemos mais uma contribuição para o Vida de Escritor, do amigo escritor e ativista cultural T. K. Pereira, sobre um tema complexo de se lidar - até porque acredito que todo escritor, em um ou outro momento da carreira, já se sentiu desta forma.  Falo da Síndrome do Impostor.

O problema adquire tons dramáticos quando ele se torna um obstáculo, promovendo uma das formas do temido bloqueio do escritor, onde o autor, por medo de não ser bom o bastante ou por excesso de preocupação com a qualidade do que escreve, acaba ficando paralisado e deixa de produzir.


Faça também parte do Vida de Escritor: Se você tem alguma experiência ou conhecimento que gostaria de compartilhar com os colegas escritores brasileiros e portugueses que acompanham o blog, envie sua contribuição!

Agora, com vocês, T.K.Pereira:


Já se questionou se escrever é mesmo algo que você realmente deveria estar fazendo? Releu um de seus textos e se pegou pensando que ninguém se interessaria por aquela porcaria? Comparou-se a algum escritor e sentiu-se um embuste sem talento? Caso tenha respondido sim para qualquer uma dessas perguntas, talvez você tenha experimentado a Síndrome de Impostor.

O que é Síndrome de Impostor?
A Síndrome de Impostor é um estado mental, uma espécie de crença interna e ilusória de que não se é bom o bastante em algo. Trata-se de um fenômeno mundial estudado há mais de quarenta anos, presente tanto em homens quanto mulheres, mais comum em ambientes profissionais. Este auto boicote pode ser ocasionado por diversos motivos, desde a forma de criação do indivíduo até situações inesperadas e passageiras.

“Não consigo escrever!”
Síndrome de Impostor NÃO é bloqueio de escritor. Sentir-se bloqueado é não saber sobre o que escrever, por exemplo. A Síndrome te leva a questionar por que diabos você insiste em escrever, pra início de conversa. Ou seja, a Síndrome é mais sorrateira e perigosa. Ela pode te impedir até de começar a escrever.
Em escritores, a Síndrome pode se manifestar de duas formas principais. A primeira é após a conclusão de um texto ou até mesmo de um livro. Você olha para aquele trabalho finalizado e questiona a qualidade dele, que valor poderia ter para alguém além do próprio autor (às vezes, nem mesmo para ele).
Nesse caso, uma forma de driblar ou lidar com a Síndrome é buscar apoio externo. O retorno de amigos sinceros e colegas escritores mais experientes pode contribuir para aliviar a pressão sobre seus ombros e auxiliar sua evolução.

Perfeccionismo paralisante
A segunda manifestação da Síndrome é mais alarmante: é deixar-se paralisar totalmente pelo sentimento de fraude. Por exemplo, intimidar-se pela comparação a outros livros ou escritores em diferentes estágios da carreira, ao invés de inspirar-se neles.
É muito comum distrair-se tanto com o que outros escritores andam fazendo por aí que você não escreve absolutamente nada. Pode ser medo de não ter nada a dizer, de ser inadequado, ou apenas de não ser tão bom quanto eles. Esse pensamento geralmente te leva a retrabalhar eternamente um original, a nunca terminar nada que começa, ou ainda pior, jamais começar.
É difícil se libertar dessas amarras, mas não impossível. Pra começar, seria interessante cortar tudo o que perceber estar te prejudicando de escrever: sair das redes sociais ou parar de ler entrevistas ou assistir a vídeos sobre o sucesso daquele seu escritor favorito, por exemplo.

Voltando ao que importa
Liberte-se de tudo o que te faz mal e foque no que te fortalece. Parece clichê de autoajuda, certo? Em outras palavras, corte as influências externas negativas e procure se fortalecer com aquilo que importa: livros. Leia o que quiser, leia gêneros favoritos, leia autores novos (deixe seus ídolos de lado por um tempo).
Esqueça aquela vontade de escrever por enquanto e reconecte-se com o que te fez querer ser escritor em primeiro lugar, ou seja, o amor pela leitura. Você notará surgir, naturalmente, a urgência interna de converter seus próprios pensamentos em palavras, de contar suas próprias histórias.
Quando sentir a vontade de escrever refortalecida dentro de si, mãos à obra. Pegue caneta e caderno, abra o notebook, o celular, dê vazão ao ímpeto. Não esquente com temas, estrutura, mercado, nada disso. Deixe sua energia e o apreço pelo ofício fluir da forma e pelo tempo que for.

Fortalecendo-se
Tudo isso funcionou para mim, mas apenas até certo ponto. Foi preciso ir além. Não vivemos numa bolha. O escritor precisa viver, se conectar com pessoas, situações, dilemas e discussões, estar em contato com a diversidade do mundo. Mas é importante que o escritor proteja suas convicções, não necessariamente de ideias, mas sobre si mesmo.
Uma excelente forma de voltar a se conectar com a vida além da escrita solitária são as oficinas literárias. Elas te permitem travar contato não apenas com técnicas, mas também com a vivência, os dilemas, as angustias e várias outros aspectos do que significa ser escritor.
Textos produzidos em oficinas literárias costumam ser avaliados e debatidos por colegas que se identificam com suas dores e lutas. Essa reciprocidade entre escritores pode ter auxiliar a sair do ciclo de auto depreciação que te impede de escrever.
As aulas, discussões, desafios, críticas e evoluções acabam se revelando comuns a inúmeros escritores nesses ambientes. Você verá que não está sozinho em seus meus medos, dilemas e desafios.

Esteja atento!
Não ouso dizer que estou curado da Síndrome de Impostor, se é que existe cura. Não creio que ela vá embora definitivamente. Mas ao menos hoje ela não me assusta tanto quanto antes e, mais importante, não me paralisa.
Recentemente, a Síndrome quase me impediu de publicar meu primeiro livro de contos, “Vozes”. Graças a essa mudança de mentalidade e atitudes, e, especialmente, ao fato de ter me cercado de bons e sinceros amigos, hoje tenho convicção de que jamais deixarei de fazer o que mais amo. Seguirei dando a cara à tapa, aprendendo, evoluindo e, na medida do possível, tentando ajudar outros a fazer mesmo.

Ah, e minhas “Vozes” serão publicadas. A pré-venda pelo Catarse se encerra neste sábado, dia 19/10/19, à meia-noite. O livro sairá mesmo que a meta não seja atingida, mas quanto mais enchermos aquela barrinha, mais livros serão impressos. Convido você a dar um pulo lá na página, apoiar e garantir sua cópia.

Sobre o autor: T. K. Pereira, organizador do projeto 7 coisas que aprendi, projeto que reúne mais de 100 depoimentos de escritores sobre o ofício, autor do livro de contos “Vozes” (Caos e Letras, 2019), em pré-venda no catarse.me/livrovozes até o dia 19 de outubro. Site oficial do autor: tkpereira.com.br

2 de outubro de 2019

Os principais truques para prevenção de plágio por escrito


A
migos,
      Inaugurando  uma nova etapa no Vida de Escritor, estamos agora abrindo espaço para contribuições.
      Se você tem alguma experiência ou conhecimento que gostaria de compartilhar com os colegas escritores brasileiros e portugueses que acompanham o blog, envie sua contribuição!
       Hoje temos a contribuição de Lisa Griffin, escritora e blogueira freelancer, que escreve sobre plágio. Ainda que seu artigo seja mais focado em textos acadêmicos, suas dicas valem para qualquer tipo de trabalho, e vem a esclarecer a questão do plágio, preocupação comum a todo escritor em algum momento de sua carreira.
 
Quando escreve uma tese para a faculdade ou um trabalho de pesquisa, pode necessitar de consultar várias fontes para desenvolver as suas ideias. Contudo, deve indicar de onde provêm essas ideias ou citações; caso contrário, será acusado de plágio. Neste guia, iremos explorar a melhor forma de evitar o plágio.
A principal razão por trás de trabalhos plagiados é a limitação de tempo. Muitos estudantes não têm tempo para trabalho extra na sua rotina diária. Não dispõem de tempo para redigir dissertações devido à grande carga de estudos e a part-times. Então, copiam e colam o conteúdo diretamente do site e usam-no, fazendo cópia de um trabalho já feito. No entanto, não cometa este erro. Para que não precise de o fazer, basta seguir as dicas sugeridas para se proteger do plágio de trabalhos.

Plágio significa usar as palavras ou ideias de outra pessoa sem lhe dar crédito. Não pode usar o trabalho ou afirmações de alguém como seus, ainda que essa pessoa tenha dado o seu consentimento.
1) Citar uma fonte
Se quiser usar palavras ou ideias de outra pessoa, cite-as diretamente, palavra por palavra, usando aspas. Obviamente, deve creditar a fonte original, seja dentro do texto ou numa nota de rodapé.
2) Escreva pelas suas próprias palavras
Escreva todas as suas ideias sem usar as palavras de outra pessoa ou até o seu estilo de escrita para o ajudar. Assim, de forma geral, deve evitar parafrasear o máximo possível. Parafrasear ou reescrever o texto de outra pessoa pelas suas próprias palavras é aceitável apenas se tal ocorrer minimamente no texto (p. ex., um parágrafo) e a fonte original for citada no final da passagem parafraseada. Deste modo, a maneira mais fácil de evitar preocupações com plágio é não parafrasear. Use a sua própria "voz" para transmitir as suas ideias. Não misture texto original e emprestado sem citar o texto emprestado.
3) Em caso de dúvida, cite
Se perceber que está a citar excessivamente, pode ser sinal que não está a escrever o suficiente pelas suas próprias palavras. Isto é um indicador de que deve reescrever o seu artigo. Palavras e frases comuns não precisam de ser citadas ou colocadas entre aspas, mas qualquer argumentação que envolva conceitos comumente entendidos deve ser adequadamente citada.
4) Não recicle imagens, figuras, tabelas ou texto de um dos seus artigos previamente publicados sem os citar.
Em geral, é melhor não republicar uma figura que já tenha publicado antes. Mas, se o fizer, cite o documento original na figura ou na legenda da tabela e não se esqueça de mencionar no texto da sua publicação anterior e de obter permissão caso não tenha mantido os direitos de autor. Não recicle texto de um trabalho para outro. Escreva um novo para cada um. Se não cumprir esta regra, estará a cometer auto plágio, que, embora muitas vezes não intencional, será tratado como plágio voluntário.
5) Peça permissão.
Se deseja usar uma figura, tabela ou qualquer tipo de dado que não tenha sido publicado antes e tenha sido criado ou reunido por alguém que não seja coautor do seu trabalho, deve necessariamente pedir permissão e dar crédito. O mesmo se aplica se criar a sua própria figura ou tabela usando os seus dados. Assegure permissão para cada figura, tabela ou ilustração publicada que pretenda republicar.
Existem vários tipos de plágio, e ferramentas online para realizar a deteção tais como o verificador de plágio livre, que podem ser distinguidos com base em fatores como: Extensão (plágio menor ou maior), originalidade do material copiado, tipo de material plagiado, fontes referenciadas ou não, intenção dos autores. As formas mais comuns de plágio são as seguintes:
  • Plágio de ideias: quando o autor “usa as ideias ou pensamentos de outros e os apresenta como seus” sem dar o devido crédito aos autores originais, o que resulta em plágio de ideias. Por exemplo, usar ideias de artigos previamente publicados por estudantes licenciados enquanto faz o seu trabalho de dissertação.
  • Plágio de texto/plágio direto/plágio de palavra por palavra: “copiar uma parte do texto de outra fonte sem dar crédito ao autor e sem colocar o texto emprestado entre aspas”. Por exemplo, a maioria dos jovens autores não sabe escrever e dar um crédito ao trabalho original de onde pesquisaram. Apenas recortam e colam da fonte original e criam um artigo sem dar o devido crédito aos autores que redigiram o trabalho original.
  • Plágio de mosaico (plágio de retalhos): quando o autor não escreve pelas suas próprias palavras e "usa as mesmas palavras, frases ou parágrafos da fonte original" sem dar o devido crédito, o que resulta em plágio de mosaico.  Por exemplo, quando os autores pedem emprestadas palavras/frases da fonte original e inserem retalhos no artigo, isso resulta em retalhos ou plágio em mosaico.
  • Auto plágio: “Roubar ou emprestar uma certa quantidade de trabalho” dos seus artigos previamente publicados significa auto plágio. Por exemplo, usar parte do próprio trabalho e publicar o artigo em diferentes periódicos resulta em auto plágio.

Algumas das regras essenciais para evitar uma acusação de plágio são:
  1.  Assegurar tempo suficiente para concluir o seu trabalho.
  2. Compreender todo o conceito e escrever novas ideias pelas suas próprias palavras.
  3. Evitar "copiar e colar".
  4. Tanto quanto possível, usar poucas fontes apropriadas e precisas.
  5. Aprender como e quando citar e evitar também os retalhos.
  6. Cite sempre linguagem nova e em dúvida, não comum.
  7. Siga as orientações do autor de acordo com os periódicos biomédicos.
  8. Cite referências com precisão.
  9. Reconheça sempre fontes originais e dê-lhes o devido crédito.
  10. Evite escrever vários artigos do mesmo tipo e enviá-los para diferentes periódicos ao mesmo tempo.
  11. Consulte um tradutor ou nativo antes de enviar a prova final do manuscrito para revistas científicas.
  12. Use ferramentas anti plágio para detetar qualquer plágio acidental. Por exemplo, software de detecção de plágio como o Cross Check.
  13. Anexe a carta de apresentação ao editor referente a qualquer sobreposição involuntária.

Sobre a autora: Lisa Griffin é escritora e blogueira freelancer. Ela é apaixonada por escrever, gosta de compartilhar dicas e truques sobre como se tornar uma escritora de sucesso.